4 de julho de 2026

Allan dos Santos pede intervenção de Trump em prisão de Bolsonaro

Allan dos Santos pede intervenção de Trump em prisão de Bolsonaro
Allan dos Santos pede intervenção de Trump em prisão de Bolsonaro

Em “carta aberta” a Donald Trump, o comunicador conservador Allan dos Santos pediu a intervenção do presidente dos Estados Unidos em uma eventual transferência de Jair Bolsonaro para o complexo penitenciário da Papuda, em Brasília.

A carta, publicada nas redes sociais do comunicador, afirma que Trump deve ouvir “somente Eduardo Bolsonaro quando o assunto for o destino das vítimas do ministro Alexandre de Moraes”.

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3 imagensJair Bolsonaro foi condenado a 27 anos de prisão por tentativa de golpe de EstadoAllan dos Santos escreveu "carta aberta" a Trump pedindo interferência na prisão de Jair BolsonaroFechar modal.1 de 3

Donald Trump, presidente dos Estados Unidos

ONU/Reprodução2 de 3

Jair Bolsonaro foi condenado a 27 anos de prisão por tentativa de golpe de Estado

Hugo Barreto/Metrópoles3 de 3

Allan dos Santos escreveu “carta aberta” a Trump pedindo interferência na prisão de Jair Bolsonaro

Reprodução / Redes sociais

“O senhor já tem dialogado com Eduardo Bolsonaro, e sei que compreende o que está em jogo. Mas é vital que nenhuma outra voz, por mais próxima que pareça, interfira nesse canal de confiança. Somente Eduardo conhece a dor real de seu pai, o sofrimento psicológico e moral que ele vive como preso político, condenado sem crime, sem foro competente e sem o devido processo legal”, diz Allan dos Santos.

“Querem lançar Jair Messias Bolsonaro a uma prisão comum, junto a membros do Primeiro Comando da Capital (PCC) — o maior grupo criminoso do país. Trata-se de uma tentativa clara de intimidação, de destruição pessoal e simbólica. O mesmo tipo de tática usada contra o senhor: destruir um líder para aterrorizar um povo”, afirma o comunicador.

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“Xerife”

Segundo Allan dos Santos, o Brasil estaria “sob a influência direta de uma rede que une narcotráfico, terrorismo e socialismo revolucionário”, financiando regimes de esquerda na América Latina.

“Por isso, recorremos ao senhor — não como ‘xerife do mundo’, mas como guardião da liberdade ocidental. Pedimos apenas que os Estados Unidos olhem para o Brasil com benevolência e senso de justiça, ajudando-nos a resistir a esse avanço do totalitarismo”.