O empresário Raúl Rocha Cantú, que atualmente detém a propriedade do concurso Miss Universo, está no centro de um grave escândalo no México. Ele está sendo investigado pelo Ministério Público Federal (FGR) como o suposto líder de uma complexa rede internacional de narcotráfico, contrabando de armas e combustível.
As informações foram divulgadas pelo jornal mexicano Reforma, que pontua que as acusações indicam que o milionário comandava uma organização criminosa focada no contrabando de combustível. O material seria supostamente transportado por rotas fluviais entre o México e a Guatemala.
Veja as fotosAbrir em tela cheia Reprodução Instagram @missuniverse Modelo sofre queda ao vivo no “Miss Universo Latina”Foto/TeleMundo Modelo sofre queda ao vivo no “Miss Universo Latina”Foto/TeleMundo
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A situação legal de Raúl Rocha escalou na última quarta-feira (26/11), quando o empresário se apresentou à FGR e teria assinado um acordo de delação premiada. Em comunicado oficial à imprensa mexicana, o Ministério confirmou que está colhendo dados cruciais do procedimento envolvendo um dos acusados, que “permitirão continuar e aprofundar essa investigação”.
O órgão ressaltou que a situação jurídica do empresário só será detalhada após a ratificação das provas. A investigação já resultou em mandados de prisão emitidos por um juiz contra 13 pessoas, incluindo funcionários públicos e membros de departamentos policiais.
Na semana passada, a representante do México, Fátima Bosch, foi coroada Miss Universo, mas a vitória está sendo contestada por jurados e candidatas sob alegação de fraude. As acusações ganharam força quando a ex-Miss Canadá, Natalie Glebova, que atuou como jurada, questionou abertamente a legitimidade dos resultados.






