9 de julho de 2026

Alexandre de Moraes autoriza ultrassom em Bolsonaro dentro da Polícia Federal

Alexandre de Moraes autoriza ultrassom em Bolsonaro dentro da Polícia Federal
Alexandre de Moraes autoriza ultrassom em Bolsonaro dentro da Polícia Federal

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), aceitou na noite deste sábado (13/12) o pedido da defesa de Jair Bolsonaro para a realização de uma ultrassonografia no ex-presidente. Acolhendo a sugestão dos advogados, o magistrado determinou que o procedimento ocorra dentro das dependências da Superintendência da Polícia Federal.

Desde 22 de novembro, o político está cumprindo pena em Brasília por tentativa de golpe de Estado. A solicitação do exame, feita na quinta-feira (11/12), busca atualizar os dados médicos do político e confirmar o diagnóstico de uma hérnia inguinal bilateral.

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Veja as fotosAbrir em tela cheia Reprodução: X Carlos Bolsonaro Jair Messias BolsonaroReprodução: Globo Imagens da Globo mostram Nikolas Ferreira com um celular na mão enquanto conversava com Jair BolsonaroReprodução: Globo

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A defesa corre contra o tempo para viabilizar uma nova cirurgia, recomendada pela equipe médica particular do marido de Michelle Bolsonaro. Segundo os advogados, o procedimento é necessário devido a dores na região inguinal, agravadas por crises de soluços que aumentam a pressão abdominal.

De acordo com informações do G1, para agilizar o processo, a defesa argumentou que o ultrassom é um exame rápido, não invasivo e que não exige estrutura hospitalar complexa. O médico indicado pela defesa para realizar a coleta de imagens é Bruno Luís Barbosa Cherulli.

No relatório médico, a defesa descreve um cenário de risco, citando episódios de falta de ar e síncope decorrentes dos soluços, alertando para a possibilidade de uma “descompensação súbita”. Paralelamente à batalha jurídica pela cirurgia, a família do ex-presidente tem vocalizado descontentamento com as condições do cárcere. Recentemente, o vereador Carlos Bolsonaro divulgou vídeos do pai detido, classificando a situação como “terrível”.