Durante o Réveillon na Avenida Paulista, uma mulher procurou a Polícia Civil para denunciar o marido por violência doméstica sofrida há anos. O caso foi registrado pela Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) Móvel, instalada no evento como um serviço itinerante de acolhimento e proteção.
Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), a vítima estava em um relacionamento abusivo há mais de 50 anos e nunca havia registrado um boletim de ocorrência. “Nós registramos a queixa e solicitamos a medida protetiva de urgência ao Poder Judiciário”, explicou a delegada Valéria Andreza do Nascimento, que estava na unidade.
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Virada na Paulista
Shows de gospel, forró e sertanejo, além de uma queima silenciosa de fogos de artifício, compõem a programação de cerca de 14 horas prevista para a Virada na Paulista. A contagem regressiva para a chegada do próximo ano está a cargo da cantora Simone Mendes, que terá o show interrompido para as boas-vindas a 2026.
A Polícia Militar emprega 1.950 agentes na operação do Réveillon da Paulista, com drones, torres de observação, policiais infiltrados e 200 câmeras com reconhecimento facial. A Guarda Civil Metropolitana reforçará o patrulhamento com mais de 1.100 agentes, apoio de 9.000 câmeras do Smart Sampa e operações específicas durante o Ano-Novo.
Na área da saúde, o evento englobará sete postos de atendimento distribuídos pela Paulista, ambulâncias e UTIs móveis, integração com unidades de pronto atendimento que funcionam 24 horas e uma Sala de Situação que monitora, em tempo real, todas as demandas por meio do sistema Smart Sampa.
Durante a festa, haverá uma área para pessoas com deficiência no palco principal da Avenida Paulista. Ao longo de toda a programação, a Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania (SMDHC) realiza atendimentos e campanhas de proteção, incluindo operações do protocolo Não Se Cale, acolhimento a mulheres em situação de violência e atuação do Procon Paulistano.






