13 janeiro 2026

Felca adota tom cauteloso ao depor em audiência sobre caso Hytalo Santos e Euro

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A segunda audiência de custódia de Hytalo Santos e Israel Nata, conhecido como Euro, realizada em novembro de 2025 na 2ª Vara Mista de Bayeux, na Paraíba, teve um clima tenso, mas contou com um depoimento mais contido do influenciador Felipe Bressanim, o Felca. O portal LeoDias teve acesso exclusivo ao vídeo da audiência, em que ele foi ouvido como testemunha.

Apesar da repercussão nacional do vídeo “Adultização”, publicado meses antes em seu canal no YouTube, Felca respondeu aos questionamentos do juiz de forma bem mais cuidadosa e menos incisiva. Na audiência, ele evitou acusações diretas e deixou claro que suas conclusões partiram apenas de conteúdos que já estavam disponíveis publicamente.

Veja as fotosAbrir em tela cheia Felca em depoimento durante audiência de Hytalo Santos e EuroFoto: Reprodução Hytalo Santos e Euro durante audiênciaFoto: Reprodução Hytalo Santos, Euro e Felca durante audiênciaFoto: Reprodução

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Hytalo e Euro acompanharam o depoimento por videochamada, direto do Presídio do Roger, em João Pessoa (PB), onde estão presos preventivamente desde 28 de agosto. O processo investiga crimes de adultização de crianças e divulgação de pornografia infantil.

Ao explicar como tomou conhecimento do caso, Felca disse que foi “através das redes sociais e principalmente do que já era público”. Questionado se havia visto imagens de crianças em poses eróticas, respondeu de forma objetiva: “Todas as imagens que cheguei a ter conhecimento foram publicadas através do meu vídeo ‘Adultização’”.

Segundo o influenciador, havia vídeos com crianças e adolescentes que, em seu entendimento, eram problemáticos. Ainda assim, ele escolheu palavras mais moderadas ao afirmar: “Entendo que existia um cunho, com conotação pornográfica e erótica”

Felca também destacou que muitos desses conteúdos circulavam há anos na internet. “Existiam alguns conteúdos que navegavam por um bom período de tempo, eu diria que até anos no plural”, afirmou, explicando que nem sempre os vídeos estavam nos perfis oficiais dos acusados. “A internet é um lugar onde você publica algo de forma vitalícia naquele ambiente”.

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