14 janeiro 2026

Governo Trump congela vistos de residência para o Brasil e outras 74 nações

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Os planos de quem sonha em morar legalmente nos Estados Unidos sofreram um duro golpe nesta quarta-feira (14/1) e estão dando o que falar nas redes sociais. O Departamento de Estado americano anunciou a suspensão indefinida do processamento de vistos de imigrante, aqueles destinados a quem busca residência permanente (Green Card), para cidadãos de 75 países.

O Brasil foi incluído na lista de restrições, ao lado de nações como Rússia, Irã e Colômbia. É fundamental esclarecer os detalhes: a medida, que entra em vigor no dia 21 de janeiro de 2026, não afeta vistos de não imigrantes. Ou seja, quem possui ou está solicitando vistos de turismo (B2), negócios (B1) ou estudante (F-1) não sofrerá impacto direto.

Veja as fotosAbrir em tela cheia Donald Trump, presidente dos EUAReprodução: YouTube/ABC News Donald TrumpFoto: Reprodução/ABC Trump anuncia que EUA vão assumir administração da VenezuelaFoto/Fox

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A decisão reflete a política “America First” (América Primeiro) de Donald Trump e, em comunicado na rede social X, antigo Twitter, o Departamento de Estado alegou que a suspensão visa proteger a economia local. O argumento é que imigrantes dessas nacionalidades estariam utilizando benefícios sociais financiados pelos contribuintes americanos em taxas consideradas “inaceitáveis”.

O congelamento funcionará como uma pausa técnica para que Washington revise seus critérios de triagem. O objetivo declarado é garantir que os futuros residentes tenham autonomia financeira e não se tornem um “encargo público” para o sistema de seguridade social dos EUA.

Embora a lista oficial completa ainda não tenha sido publicada nos canais do governo, um memorando interno obtido pela Fox News antecipou que, além do Brasil, países como Afeganistão, Iraque, Haiti, Somália e Venezuela também foram alvo da decisão. O documento vazado traz ainda um detalhe que gerou controvérsia imediata:

A administração Trump estaria considerando barrar a entrada de pessoas idosas ou com sobrepeso, sob a premissa de que esses grupos poderiam gerar custos elevados ao sistema de saúde americano no futuro.

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