6 fevereiro 2026

“BBB26”: Defesa reage a indiciamento de Pedro e aponta falhas graves em inquérito

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A Polícia Civil do Rio de Janeiro concluiu o inquérito e indiciou Pedro Espíndola pelo crime de importunação sexual, mas o caso ganhou contornos ainda mais graves nos bastidores. Em conversa exclusiva com o portal LeoDias, a defesa do ex-BBB afirma ter sido surpreendida pela decisão e aponta falhas consideradas “inaceitáveis” no andamento da investigação.

Segundo os advogados do escritório da Dra. Niva Maria, Pedro não foi ouvido em momento algum, assim como a suposta vítima. A defesa afirma que não houve intimação formal, nem comunicação prévia aos representantes legais, e questiona como um indiciamento pode ser formalizado sem o depoimento das partes centrais do caso.

Veja as fotosAbrir em tela cheia Pedro EspíndolaFoto: Reprodução/TV Globo Pedro Henrique Espíndola no “BBB26″Reprodução Instagram Pedro Henrique Espíndola Pedro EspíndolaFoto: Reprodução/Globoplay Pedro EspíndolaFoto: Reprodução/TV Globo

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Ainda de acordo com os advogados, o único contato da Polícia Civil foi um ofício encaminhado à clínica onde Pedro está internado, apenas para confirmar se ele estava no local e desde quando. A clínica respondeu de forma objetiva, sem entrar no mérito da denúncia. Para a defesa, o indiciamento causou espanto e levanta dúvidas sobre a legalidade do procedimento adotado pela autoridade policial.

Em nota, a PCERJ se manifestou: “Após investigação conduzida pela Delegacia de Atendimento à Mulher de Jacarepaguá, um ex-participante de reality show foi indiciado por importunação sexual. Todo o material do programa foi analisado e periciado, permitindo a reconstrução dos fatos e a formação da convicção técnica da autoridade policial. O investigado não prestou depoimento, mas as provas reunidas foram consideradas suficientes para o indiciamento. Com a conclusão do inquérito, o caso foi encaminhado ao Ministério Público, que dará prosseguimento às medidas cabíveis. A Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro reforça: crime é crime, dentro ou fora das câmeras”.

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