6 fevereiro 2026

De “Solteiros, Ilhados e Desesperados” para o Brasil: Minkyu revela bastidores nunca contados

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Direto da Coreia do Sul para o coração do público brasileiro. Durante passagem recente pelo Brasil, Park Minkyu, um dos nomes mais comentados de “Solteiros, Ilhados e Desesperados” (Single’s Inferno), conversou com exclusividade com o repórter Adriel Marques, do portal LeoDias. Policial da Guarda Costeira e hoje criador de conteúdo digital, o famoso abriu o jogo sobre a experiência intensa no reality, bastidores nunca antes revelados, sua relação com nosso país e o carinho especial pelos fãs daqui. Vale lembrar: a quinta temporada está no ar e bombando, entre os conteúdos mais assistidos da Netflix, prato cheio para quem ama realities asiáticos e produções sul-coreanas.

Logo de cara, Minkyu deixa claro que participar do “Single’s Inferno 3” foi um divisor de águas. Na época das gravações, em 2023, ele ainda atuava como policial da Guarda Costeira da Coreia e não tinha qualquer familiaridade com o universo da televisão. Mesmo assim, mergulhou de cabeça na experiência, que durou apenas nove dias, mas pareceu muito mais longa. Ele conta que, aos 33 anos, questionava se seria mesmo possível se apaixonar em tão pouco tempo e se surpreendeu. A dinâmica do programa, extremamente profissional, o impactou: sem celulares, sem falar sobre idade ou profissão e com câmeras e microfones ligados 24 horas por dia. No início, a presença constante da equipe o deixou apreensivo, mas após alguns dias ele simplesmente deixou de se importar e passou a focar apenas nos relacionamentos.

Veja as fotosAbrir em tela cheia Park MinkyuFoto: Reprodução/Instagram @ssrt_mk e @winstongomez Park MinkyuFoto: Reprodução/Instagram @ssrt_mk Park MinkyuFoto: Reprodução/Instagram @ssrt_mk Park MinkyuFoto: Reprodução/Instagram @ssrt_mk Park MinkyuFoto: Reprodução/Instagram @ssrt_mk

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O ex-participante compara o confinamento a uma realidade paralela, quase como o filme “Interestelar”, onde o tempo e as emoções funcionam de outra forma. Apesar de extremamente cansativo, algo que nem mesmo sua experiência em equipes especiais de resgate conseguiu amenizar, o maior desafio não foi físico, e sim emocional. Ver alguém de quem gostava sendo levado por outro participante era algo totalmente fora de sua zona de conforto. A “ilha do inferno”, com ambiente difícil e entediante, também exigiu resistência mental. Ainda assim, ele garante: foi duro, mas transformador, e uma experiência valiosa para a vida.

Mais maduro hoje, aos 35 anos, Minkyu afirma que suas prioridades mudaram quando o assunto é relacionamento. Aparência deixou de ser central. O que realmente importa agora é caráter. Ele diz não gostar de pessoas egoístas ou agressivas e busca alguém que transmita paz, conforto e tranquilidade. Beleza conta, claro, mas não é mais decisiva.

Ao falar sobre o Brasil, o carinho é evidente. Minkyu revela que todos os participantes de Single’s Inferno sempre tiveram curiosidade sobre o país, muito por conta do apoio caloroso dos fãs brasileiros e ele foi o primeiro a vir pessoalmente. Mesmo sem compromissos oficiais, fez questão de incluir o Brasil em sua rota pela América Latina. Aqui, encontrou exatamente o que imaginava: pessoas gentis, apaixonadas e muito expressivas com os sentimentos. Foi assim, inclusive, que aprendeu palavras como “lindo” e “bonito”.

Ele se surpreendeu com a recepção calorosa, as inúmeras mensagens com dicas de lugares para visitar e o apoio constante nas redes sociais. A comida brasileira também ganhou elogios: diferente da coreana, mas deliciosa, especialmente por vir quase sempre acompanhada de arroz. Minkyu ainda brinca que a grande quantidade de proteína pode explicar por que os brasileiros são tão altos. Em São Paulo, decidiu sair do roteiro básico, caminhou bastante e explorou a cidade, descrevendo a experiência como extremamente positiva. Confessa que tinha um estereótipo sobre o clima da América Latina, achava que seria sempre quente, mas foi pego de surpresa pelo frio e promete trazer um casaco na próxima visita.

Ao se dirigir diretamente aos fãs brasileiros, Minkyu se emociona. Ele admite que a fama repentina após a estreia do reality foi, em muitos momentos, estressante, já que não estava acostumado aos holofotes. No entanto, o que mais lhe deu força foram justamente as mensagens positivas vindas do Brasil. Segundo ele, esse apoio foi decisivo para criar a imagem tão boa que tem do país e foi um dos principais motivos que o fizeram querer visitá-lo.

Por fim, ele esclarece uma curiosidade frequente sobre sua vida atual. Após quase oito anos atuando na equipe especial de resgate marítimo, Minkyu hoje administra uma academia voltada para pessoas que sonham ingressar em forças especiais — como unidades militares de elite, equipes de SWAT ou operações especiais da marinha. A entrevista termina com um agradecimento sincero e a promessa de reencontrar os fãs brasileiros em uma próxima visita.

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