12 fevereiro 2026

Samira rouba filha de Joélly e entrega bebê a Lena após matar Jorginho em “Três Graças”

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A vilania de Samira (Fernanda Vasconcellos) atinge um novo e perturbador patamar em “Três Graças”. A personagem cruza definitivamente a linha do aceitável ao arquitetar o roubo da filha de Joélly (Alana Cabral) e entregá-la a Lena (Bárbara Reis) como se estivesse apenas concluindo uma transação. E o preço dessa “encomenda” foi alto: envolve morte, fraude e um esquema clandestino que muda o eixo da novela.

Após entrar em trabalho de parto, Joélly (Alana Cabral) é levada para uma clínica clandestina. Sob o comando de Samira, a jovem é dopada e impedida de acompanhar o destino da própria filha. Enquanto ainda pede para ver a bebê, a recém-nascida é tratada como “mercadoria”. A ordem é clara: nada de hospital, nada de registro oficial — apenas a execução fria do plano. Joélly é abandonada em um posto de saúde da Chacrinha, sem a criança. Quando desperta, já é tarde demais.

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Do outro lado da cidade, Lena (Bárbara Reis) vive a cena que sempre sonhou. Samira aparece no flat com o bebê em um moisés e entrega a criança como se estivesse concluindo um negócio. Impõe regras rígidas: sigilo absoluto, nada de visitas, nenhuma exposição nas redes sociais e até saída temporária da cidade “até a poeira baixar”.

A promessa inclui uma certidão de nascimento com o nome de Lena e Herculano como pais biológicos da criança. Lena, em êxtase, ignora os riscos. Abraça a bebê e acredita que finalmente realizou o sonho da maternidade. O que ela não sabe — ou prefere não enxergar — é o rastro de violência que tornou aquilo possível.

Um flashback revela o passo mais cruel da operação: Samira injeta uma substância letal em Jorginho (Juliano Cazarré), avô da bebê, eliminando qualquer possibilidade de resistência ou denúncia. O corpo é desovado na frente de uma igreja, em uma das cenas mais impactantes do capítulo. Bagdá (Xamã) encontra o pai morto e se desespera, abrindo uma nova frente de conflito na história.

A morte de Jorginho não é apenas um crime isolado. É a peça-chave para garantir que ninguém impeça a venda da criança.

Enquanto Lena vive sua fantasia, Gerluce (Sophie Charlotte) descobre que Joélly reapareceu — mas sem a filha. O reencontro entre mãe e filha é marcado por desespero.

Como se não bastasse o crime, Arminda (Grazi Massafera) descobre que a criança nasceu e passa a enxergar na bebê uma possível ameaça ao império da Fundação. O simples fato de existir uma nova herdeira já acende o sinal vermelho.

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