A maratona do Carnaval carioca de 2026 está chegando ao fim, e o saldo para Jaquelline Grohalski é uma mistura de exaustão física, dever cumprido e um leve gosto de frustração. Em bate-papo com a repórter Monique Arruda, do Portal LeoDias, a musa abriu o coração sobre a dor de ficar de fora do cobiçado Desfile das Campeãs.
Inclusive, a ex-“BBB” também abriu o jogo sobre os perrengues imprevistos na Marquês de Sapucaí e as marcas que a folia deixou em sua pele. Movida à base de muita adrenalina em seu penúltimo dia de festa, Jaque confessou que a despedida da Avenida sempre traz um peso emocional.
Veja as fotosAbrir em tela cheia Jaquelline GrohalskiReprodução Jaquelline Grohalski em entrevista para o portal LeoDias no Baile da Vogue 2026Crédito: Portal LeoDias Jaqueline Grohalski mostra look inspirado no mangue em ensaio técnico da Grande RioCrédito: Wallace Ximenes
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Este ano, por outro lado, a tristeza bateu mais forte. A influenciadora definiu o resultado da apuração como um “sofrimento em dobro”, lamentando tanto o terceiro lugar da Unidos de Padre Miguel (UPM), na Série Ouro, quanto o fato de a Grande Rio não ter alcançado as posições de topo no Grupo Especial.
“A escola [UPM] passou muito bem, muito linda, muito grande. (…) E a Grande Rio também não chegou a pegar nenhuma colocação para o Desfile das Campeãs, então a gente fica um pouco triste”, começou desabafando. Questionada sobre possíveis injustiças nas notas dos jurados, Jaque foi sincera e revelou um contratempo tenso durante sua passagem pela Grande Rio, reforçando que às vezes os julgadores veem algo que as pessoas da escola não conseguiram enxergar.
Sem fugir da responsabilidade, ela contou que um adereço de sua fantasia despencou no pior momento possível. “O meu item caiu quase na frente do jurado. Ali a gente já perde algo. (…) É muito complicado porque são vários décimozinhos que, no final, fazem diferença”, explicou.
Jaquelline Grohalski abre o jogo sobre perrengues durante o desfile
Apesar do deslize na evolução, a musa garantiu que não levou bronca das agremiações, justificando que não consegue ficar parada e se entrega totalmente ao samba. Levando a situação com bom humor, ela relembrou um imprevisto parecido no ano passado, quando a asa de seu costeiro quebrou.
“Eu falo: ‘Gente, é olho gordo’. O povo me zoa, eu brinco de volta e tá tudo bem”, declarou aos risos. Para curtir a reta final da festa e aliviar a tensão, Jaquelline Grohalski apostou em um look ousado, leve e com ilusão de ótica, usando apenas tapa-sexo nos mamilos, e brincando com o risco de “pagar peitinho”.
A escolha da roupa mínima, no entanto, não foi apenas estética, mas uma questão de sobrevivência física. A musa revelou os bastidores dolorosos que o glamour e a maquiagem escondem. “Fiquei em carne viva [nos ombros]. Já estava dolorido, sensível, e o costeiro raspou mais ainda. Fica roxinho na pele, mas está maquiado e não dá para ver”, entregou.
Mesmo com a pele machucada e o cansaço acumulado, o amor pelo Carnaval segue inabalável. “Você sua e a cola descola, você usa proteção e sai, fica dolorida, o pé às vezes sangra. Mas é Carnaval, faz parte. Tudo faz parte”, concluiu Jaque, provando que o espetáculo na Avenida cobra o seu preço.






