Mesmo sendo considerado foragido, o rapper Oruam divulgou nesta semana um novo trabalho. No clipe de “Freestyle de um Foragido”, publicado nesta última terça-feira (24/2), o artista surge usando tornozeleira eletrônica e entoa versos em que questiona a Justiça e afirma estar pagando por erros que não seriam seus.
Na música, ele sugere ser alvo de perseguição e menciona conflitos ligados à própria história familiar. “Acho que eu tô pagando um pecado que não é meu/Eles tão me julgando parecendo que é Deus”, descreve em um dos trechos. O cantor é filho de Marcinho VP, apontado como um dos líderes do Comando Vermelho e atualmente preso em unidade federal.
Veja as fotosAbrir em tela cheia Trecho inicial do clipe traz recortes de matérias jornalísticas e de políticos mencionando sua fugaReprodução: YouTube/
Oruam Oficial Trecho do clipe que foca na tornozeleira eletrônicaReprodução: YouTube/
Oruam Oficial Trecho do clipe “Freestyle de um Foragido”, de OruamReprodução: YouTube/
Oruam Oficial OruamReprodução: Instagram Oruam presoReprodução: CNN
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A nova produção foi publicada enquanto segue em vigor um mandado de prisão preventiva contra o músico. A decisão judicial foi restabelecida após o descumprimento das regras do monitoramento eletrônico. Segundo autoridades, o equipamento teria ficado desligado ou descarregado por longos períodos, comprometendo a fiscalização.
Oruam havia deixado a prisão em setembro do ano passado, depois de passar cerca de dois meses detido. Desde então, respondia ao processo em liberdade vigiada. Em julho de 2025, ele se tornou réu por tentativa de homicídio contra o delegado Moyses Santana Gomes e o oficial Alexandre Alves Ferraz, durante uma ação policial em sua residência, na Zona Oeste do Rio.
De acordo com as investigações, o artista e um amigo teriam atirado pedras contra agentes que cumpriam mandado de apreensão de um adolescente. Além das acusações principais, ele também responde por resistência e desacato.
A defesa sustenta que o cantor enfrenta problemas psicológicos e que o retorno ao sistema prisional poderia agravar seu quadro clínico. Em petição apresentada à Justiça, um laudo psiquiátrico aponta diagnóstico de transtorno de ansiedade generalizada, transtorno depressivo moderado e transtorno de ajustamento, com prescrição de medicação.






