26 fevereiro 2026

Vídeo mostra momento em que lancha começa a afundar no Encontro das Águas, em Manaus

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Foto: Reprodução / D24am

Um vídeo que começou a circular nas redes sociais nesta semana mostra um novo ângulo do naufrágio da lancha “Lima de Abreu”, ocorrido no último dia 13 de fevereiro, no Encontro das Águas, em Manaus.

A embarcação saiu da capital amazonense com destino a Nova Olinda do Norte quando afundou. O acidente deixou três mortos e seis pessoas seguem desaparecidas. Mais de 71 passageiros foram resgatados com vida.

O registro foi feito por uma pessoa que estava em outra lancha e navegava próximo à embarcação no momento do incidente. Nas imagens, é possível ver o início do afundamento, enquanto passageiros ainda tentam se salvar. Pouco depois, a estrutura desaparece completamente nas águas.

As buscas pelos desaparecidos continuam e não há prazo para encerramento da operação. O trabalho mobiliza equipes nos rios Negro e Solimões, que formam o Encontro das Águas.

Desaparecidos

  • Ana Carla Izel, advogada e membro da OAB/AM, 40 anos;

  • Apoliana Oliveira, 36 anos;

  • Patrícia Barroso da Silva, 33 anos;

  • Renato Alan Melo Basto, 40 anos;

  • Romualdo Marcião de Almeida, 80 anos.

Mortes confirmadas

  • Fernando Grandêz, cantor, 39 anos;

  • Samila de Souza, 3 anos;

  • Lara Bianca, estudante de odontologia, 22 anos.

Segundo o Corpo de Bombeiros Militar do Amazonas, entre 70 e 80 militares atuam diariamente nas buscas, incluindo mergulhadores, equipes de salvamento aquático e tripulações embarcadas. As operações já percorreram mais de 200 quilômetros pelos rios da região.

Operação de alta complexidade

A força-tarefa conta com apoio aéreo e recursos tecnológicos, como helicóptero, drones, sonares de varredura lateral e vertical e detectores de metal. Parte dos equipamentos foi disponibilizada por meio de parceria com o Governo do Estado de São Paulo.

De acordo com os bombeiros, a operação é considerada de alta complexidade devido às características do Encontro das Águas, onde há correntes intensas, redemoinhos, diferença de densidade entre os rios Negro e Solimões e condições meteorológicas adversas. Esses fatores dificultam os mergulhos e aumentam os riscos para as equipes envolvidas.

Veja:

Informações via D24am.

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