Um escândalo envolvendo traição movimentou Alagoas nos últimos dias, após a psicanalista Mariana Moura anunciar o fim de seu casamento com Lindinaldo Freitas, presidente estadual do partido político PCdoB, por meio de uma carta aberta publicada nas redes sociais. O texto foi acompanhado de uma imagem emblemática: um sutiã branco deixado pela suposta amante no banco de trás de seu carro.
Segundo o relato, o acessório teria sido esquecido após uma noite romântica vivida pelo dirigente partidário com a secretária, identificada como Ana Paula. Mariana afirma no texto publicado em seu perfil no Instagram, que foi apagado dias após a publicação, que o relacionamento extraconjugal acontecia há meses, inclusive durante o período em que ela esteve hospitalizada.
Veja as fotosAbrir em tela cheia Sutiã da suposta amante do presidente do PC do B de Alagoas deixado no carro da famíliaFoto: Reprodução/Instagram Sutiã da suposta amante do presidente do PC do B de Alagoas deixado no carro da famíliaFoto: Reprodução/Instagram Lindinaldo Freitas e o sutiã da suposta amante encontrado pela esposa no carroFoto: Reprodução/Instagram
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Na carta, a psicanalista relembra o início da união, oficializada há 11 anos, e afirma que o casamento não resistiu à relação entre o presidente do partido e a colega de sigla. Em um dos trechos, ela escreve: “Há 11 anos eu vestia branco e declarava diante de amigos e familiares o meu amor e o meu desejo de envelhecer ao lado desse homem que sempre foi meu abraço. Mas, infelizmente, nosso casamento não resistiu à intimidade entre o presidente e a secretária de organização do PCdoB-AL, uma loira de olhos verdes, mais nova e mais livre que eu, cujos corpo e mente nunca se desnortearam com a maternidade e com quem Naldo vive um caso há meses, com anuência daquele típico pacto masculinista, ainda que ferindo o marido dela.”
Mariana também afirma que o marido teria deixado a residência do casal logo após sua alta hospitalar para se encontrar com a suposta amante. Ela relata ainda que o sutiã encontrado no veículo seria a prova material do envolvimento.
“Por ela, ele foi capaz de me abandonar após alta para curtir uma intensa madrugada com a amante que, mesmo casada e sem sororidade com outras mulheres, foi flagrada dias antes, no festival Hermeto, aos beijos com outro homem casado e, dias depois “esqueceu” um sutiã no banco de trás do meu carro após uma romântica noite em q ela e o meu marido assistiram, feito um casal desimpedido, a uma chuva de meteoros enquanto eu cumpria meu papel de mãe-doméstica e o marido dela sequer imaginando onde a esposa se punha de quatro.”
No desabafo, a psicanalista afirma que compromissos partidários teriam servido de pretexto para encontros íntimos e troca de informações a seu respeito. Apesar do tom crítico, a carta termina com agradecimentos e reconhecimento pela trajetória construída ao longo da relação.
“Enfim, cumprimos 1 década compartilhando sonhos e dificuldades, até que meus dirigentes organizassem, aproveitando ocasiões de agendas partidárias, eventos íntimos entre encontros sexuais e troca de informações sobre mim. Então, hoje, ao invés de celebrar o amor, meu presente é o descasamento.”
E conclui: “Entre o choro do momento e os sorrisos das memórias, eu lhe dou, Lindinaldo, a liberdade da separação, enquanto o marido da Ana Paula dá o mesmo a ela para que vocês não se submetam mais aos escuros. De coração pleno, agradeço a oportunidade de ter vivido uma linda história e uma vida grandiosa ao seu lado. Você é parte indissociável de todas as minhas conquistas. Sem seu incondicional apoio, eu estaria desorientada. obrigada, verdadeiramente, pelas boas memórias, por ser o pai que baliza e desenvolve o meu papel de mãe da nossa filha e por tudo o que eu reconheço em mim. Obrigada por ter me amado e por me fazer feliz com a sua vida.”
Até o momento, nem Lindinaldo Freitas nem Ana Paula se pronunciaram publicamente sobre as acusações. O caso repercutiu nas redes sociais e nos bastidores políticos do estado, ampliando o desgaste em torno da direção estadual do partido.
Leia a carta aberta na íntegra:
“Há 11 anos eu vestia branco e declarava diante de amigos e familiares o meu amor e o meu desejo de envelhecer ao lado desse homem que sempre foi meu abraço.
Mas, infelizmente, nosso casamento não resistiu à intimidade entre o presidente e a secretária de organização do PCdoB-AL, uma loira de olhos verdes, mais nova e mais livre que eu, cujos corpo e mente nunca se desnortearam com a maternidade e com quem Naldo vive um caso HÁ MESES, com anuência daquele típico pacto masculinista, ainda que ferindo o MARIDO dela.
Por ela, ele foi capaz de me abandonar após alta para curtir uma intensa madrugada com a AMANTE que, mesmo CASADA e sem sororidade com outras mulheres, foi flagrada dias antes, no festival Hermeto, aos beijos com outro homem casado e, dias depois “esqueceu” um sutiã no banco de trás do MEU CARRO após uma romântica noite em q ela e o meu marido assistiram, feito um casal desimpedido, a uma chuva de meteoros enquanto eu cumpria meu papel de mãe-doméstica e o marido dela sequer imaginando onde a esposa se punha de quatro.
Enfim, cumprimos 1 década compartilhando sonhos e dificuldades, até que meus dirigentes organizassem, aproveitando ocasiões de agendas partidárias, eventos íntimos entre encontros sexuais e troca de informações sobre mim. Então, hoje, ao invés de celebrar o amor, meu presente é o descasamento.
Entre o choro do momento e os sorrisos das memórias, eu lhe dou, @naldo65, a liberdade da separação, enquanto o marido da ANA PAULA dá o mesmo a ela para que vocês não se submetam mais aos escuros.
De coração pleno, agradeço a oportunidade de ter vivido uma linda história e uma vida grandiosa ao seu lado. Você é parte indissociável de TODAS as minhas conquistas. Sem seu incondicional apoio, eu estaria desorientada.
OBRIGADA, verdadeiramente, pelas boas memórias, por ser o pai que baliza e desenvolve o meu papel de mãe da NOSSA filha e por TUDO o que eu reconheço em mim.
Obrigada por ter me amado e por me fazer feliz com a sua vida.”


