9 de julho de 2026

André Luiz Miranda comemora protagonismo negro na TV: “Público queria se ver na tela”

André Luiz Miranda comemora protagonismo negro na TV: “Público queria se ver na tela”
André Luiz Miranda comemora protagonismo negro na TV: “Público queria se ver na tela”

No ar na reprise de “Terra Nostra”, e também no protagonismo de “Dona Beja” na Band, André Luiz Miranda agora celebra mais um trabalho: “A Nobreza do Amor”, da Globo. Em entrevista à Katharine Alves, do portal LeoDias, o artista comemorou o protagonismo negro nas novelas e destacou que esse movimento reflete o próprio público brasileiro, cada vez mais interessado em se ver representado nas telas.

André se mostrou emocionado ao refletir sobre a própria trajetória e as conquistas atuais: “Tudo que eu plantei lá atrás, eu tô colhendo agora, nesse 2026 lindo, com projetos lindos e personagens maravilhosas”, celebrou o ator, que vive Akin na novela sobre o reino fictício de Batanga: “Aqui foi literalmente um presente: eu recebi o convite praticamente no dia do meu aniversário”, brincou.

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Veja as fotosAbrir em tela cheia André Miranda celebra protagonismo negro na TVportal LeoDias André Miranda celebra protagonismo negro na TVportal LeoDias André Luiz Miranda conta como é atuar ao lado de BeloReprodução/Portal LeoDias André Luiz Miranda foi Daniel, o “Batuca”, em “Floribella”Divulgação | Reprodução Instagram André Luiz Miranda conta como é atuar ao lado de BeloReprodução/Portal LeoDias/GloboPlay

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O ator também contou que a trama representa uma história potente e ainda pouco explorada na televisão: “Eu acho importante a gente contar essas histórias, ainda mais para essa nossa geração, a geração da minha filha, para ter uma princesa preta na TV aberta. Para que ela possa representar essas crianças e elas possam se sentir representadas por essa princesa”, exaltou.

André relembrou o começo na televisão e destacou o significado de protagonizar uma produção neste momento mais maduro: “Um momento muito legal da minha vida, com uma maturidade cênica, maturidade na vida, e representando essas pessoas que sempre foram invisibilizadas no passado, essas histórias que foram invisibilizadas, não está no lugar de subserviência, não está com a cabeça abaixada”.

Por fim, o ator avaliou que o aumento do protagonismo negro nas produções é resultado direto de anos de cobrança e mobilização do próprio público: “Então eu acho que o audiovisual abriu os olhos para isso, enxergou que o público queria se ver na tela. Então nada mais é do que o resultado de toda a luta, de toda a perseverança do público de querer se assistir”, ele encerrou.