Além de voltar aos palcos com a peça “As Amantes de George Washington”, Priscila Fantin segue a todo vapor com o canal “Menos Pausa”. Em entrevista ao repórter Arthur Pires, da LeoDias TV, a atriz contou que continua se dedicando à pesquisa sobre o climatério, período natural entre a fase reprodutiva e a menopausa, e reforçou o desejo de ampliar o entendimento sobre o tema entre as mulheres.
A artista explicou que sua motivação vai além de simplesmente compartilhar a sua experiência nessa fase: “É muito mais do que isso”, iniciou. “Não é nem sobre compartilhar, é que eu preciso fazer com que as pessoas saibam de uma coisa que, se eu tivesse sabido antes, talvez não tivesse passado pelos maus bocados que eu passei, né?!”, brincou.
Veja as fotosAbrir em tela cheia Priscila Fantin em entrevista para o portal LeoDiasCrédito: Portal LeoDias Priscila FantinCrédito: Portal LeoDias Priscila Fantin e Vanessa CostaCrédito: Equipe Yoou Priscila FantinCrédito: Reprodução Instagram @priscilafantin Priscila FantinCrédito: Portal LeoDias
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Priscila destacou que a perimenopausa ainda é pouco compreendida, mesmo com mais de uma centena de sintomas já identificados, e reforçou a importância de observar os sinais. “Claro que cada um deles também pode indicar outras coisas, mas esse ‘combo’, dependendo de outras análises clínicas e de como a gente se sente, já condiz com a perimenopausa”, afirmou.
A atriz também criticou a ausência desse tipo de conteúdo na educação básica e revelou que foi justamente essa lacuna que despertou sua busca por mais informações: “E a gente não sabe disso, porque não aprende na escola. Na aula de biologia, quando a gente aprende sobre o sistema reprodutivo, a gente também deveria saber o que acontece alguns anos depois, né?!”.
Engajada, a artista contou que mergulha em pesquisas, artigos científicos e atualizações constantes ao lado da sócia, Vanessa Costa, para transformar esse conhecimento em conteúdo acessível e relevante em seu canal no YouTube. “Porque, quando a gente sabe o que tá acontecendo, a gente tem mais autonomia pra entender o que fazer com isso”, destacou.
Por fim, ela relembrou a própria experiência, marcada por sintomas intensos e repentinos, e revelou que o cansaço extremo foi um dos primeiros sinais que enfrentou nesse processo. “Foi muito imediato, muito intenso. O principal sintoma foi um cansaço extremo. Mesmo querendo, você não tem energia pra fazer nada”, encerrou Priscila, que usa a própria experiência para ajudar outras mulheres.


