As gravações de “Três Graças” entram na reta final neste sábado, 2 de maio, e, nos bastidores, o sentimento é de missão cumprida com folga no cronograma.
A novela das nove da Globo chega ao fim dos trabalhos de estúdio com tudo adiantado, confirmando uma marca que acompanhou a produção desde o início: organização rara em um projeto desse porte. Ao longo dos meses, a equipe conseguiu manter ritmo, planejamento e entrega sem sustos, mesmo diante de desafios paralelos.
Leia Também
Carla Bittencourt
Último capítulo: Ferette sequestra a própria neta, leva tiro e termina “Três Graças” na cadeia
Carla Bittencourt
Final de “Três Graças” aposta em mortes brutais, prisão e fuga para segurar público
Carla Bittencourt
Fãs se revoltam com fim de Misael e Consuelo em “Três Graças” e lançam campanha nas redes
Carla Bittencourt
Gerluce é condenada no penúltimo capítulo de “Três Graças” e abala reta final da novela
Um deles foi justamente a produção simultânea da novela vertical “Loquinha”, gravada em paralelo com “Três Graças”. Ainda assim, os trabalhos não saíram dos trilhos; pelo contrário, seguiram como exemplo de eficiência nos bastidores da emissora.
Muito desse desempenho é creditado à condução de Luiz Henrique Rios. Diretor artístico da novela, ele comandou a engrenagem com precisão e termina o projeto em alta. Não por acaso, já tem novo destino definido dentro da Globo: assim que a trama sair do ar, em 15 de maio, ele assume uma área estratégica da emissora, voltada à formação e gestão de atores, autores e apresentadores.
Neste sábado, praticamente todo o elenco estará mobilizado para gravar os principais desfechos da história. Entre as sequências mais aguardadas está a queda definitiva de Ferette (Murilo Benício), que será mostrado preso, de cabeça raspada, em um galpão que servirá como cenário para o encerramento do arco do vilão.
Parte do elenco também vai gravar as cenas da formatura de Joélly (Alana Cabral) em Medicina após uma passagem de tempo de cerca de oito anos.
Com gravações finalizadas antes do prazo e sem histórico de crises nos bastidores, “Três Graças” se despede também como um case interno de organização; algo cada vez mais valorizado em produções de grande escala.


