A Ação Cidadania no sistema prisional do Acre começa a ganhar forma após reunião estratégica entre órgãos estaduais, com foco em ampliar o acesso a serviços essenciais para pessoas privadas de liberdade e servidores.
O encontro ocorreu na manhã desta quarta-feira (29) e reuniu representantes da Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos (SEASDH) e do Instituto de Administração Penitenciária do Acre (Iapen). A pauta central foi o alinhamento da execução da iniciativa no estado.
A ação integra o Circuito da Cidadania, programa promovido pelo governo federal que reúne diversos serviços voltados à garantia de direitos, inclusão social e melhoria das condições de vida dentro do sistema prisional.
Durante a reunião, foram definidos os principais pontos da operação, que contará com atendimentos na área de saúde, emissão de documentos civis e outros serviços fundamentais para o exercício da cidadania.
A secretária adjunta da SEASDH, Sandra Amorim, destacou a importância da união entre as instituições para garantir o alcance da iniciativa. Segundo ela, o projeto busca assegurar direitos básicos tanto para os internos quanto para os profissionais que atuam nas unidades prisionais.
Já o diretor de Reintegração Social do Iapen, André Vinício de Assis, ressaltou que a ação será realizada entre os dias 4 e 17 de maio, atendendo toda a população carcerária e os servidores do sistema. A abertura está prevista para o dia 4, às 8h30, no Museu dos Povos Acreanos.
Ele também enfatizou que a iniciativa permitirá a realização de um diagnóstico inédito da população prisional, com a criação de um banco de dados e triagem para atendimentos, especialmente na área da saúde.
A proposta tem como objetivo ampliar o acesso às políticas públicas, promover dignidade e contribuir para a reintegração social das pessoas privadas de liberdade, além de melhorar as condições de atendimento aos servidores.
A SEASDH reforça que ações como essa são fundamentais para fortalecer a assistência social no Acre, garantindo inclusão, cidadania e acesso a direitos básicos.


