Fora de uma Copa do Mundo desde 1998, o SBT já começou a movimentar o mercado em torno da transmissão do Mundial de 2026. A emissora colocou no ar uma ampla campanha publicitária, assinada pela agência WE, com o slogan “A Copa que o Brasil quer ver”, apostando numa presença massiva em mídia exterior, redes sociais e plataformas digitais.
O projeto, tratado internamente como um dos maiores investimentos recentes do canal, também reforça a estratégia de associar a competição a nomes de forte identificação popular. Entre eles, Galvão Bueno e Tiago Leifert, escolhidos como pilares da cobertura esportiva.
Outro movimento importante foi o resgate do Amarelinho, mascote criado pelo próprio SBT durante a Copa da Itália, em 1990. O personagem, que marcou diferentes gerações em transmissões esportivas da emissora, retorna como peça central da campanha, misturando memória afetiva e apelo popular.
O entendimento interno no SBT é de que o futebol, especialmente em Copa do Mundo, exige identificação emocional imediata com o público. E a emissora tenta justamente explorar esse caminho, apostando em elementos históricos da própria marca e numa comunicação mais próxima do torcedor.
Em parceria com a N Sports, o SBT exibirá 32 partidas do torneio, incluindo todos os jogos da Seleção Brasileira. As transmissões acontecerão na TV aberta e também no streaming gratuito +SBT.


