Por Edinaldo Gomes

Mesmo diante de seu quadro debilitado, ainda tem gente que a critica por pedir ajuda. “Eu sei que tem muitos que me atiram pedras, dizem que só vivo pedindo ajuda, mas é melhor pedir do que roubar. Eu peço não porque gosto e, sim, porque tenho que comprar remédios, fazer exames e não deixar faltar as coisas para os meus filhos. O meu esposo é diarista. Tem dias que ele consegue fazer algum bico, mas em outros não. Hoje mesmo fui em rio Branco tentar fazer uma perícia e não consegui. Fiquei sem saber o que fazer pois eu consegui apenas o dinheiro da passagem e já era duas horas. Não tinha comido nada e tinha passado mal durante a viagem”, comentou emocionada.
Ela ressaltou que não pode fazer nenhuma atividade laboral até realizar o transplante. Há 10 anos, Ana sofre com esse problema de saúde.
Atualmente a Senamadureirense se encontra em casa aguardando surgir uma vaga para o transplante. “Se alguém estiver lendo essa matéria e sentir no seu coração, nos ajude por favor. Estamos precisando muito”, completou.
Em que pese todos os obstáculos impostos pela vida, ela mantém a fé: “Quero dizer para as pessoas que estão com a fé abalada, sem esperança, pensando às vezes em fazer besteira, continue firme. Mesmo que o homem tenha dito que não tem mais jeito, a última palavra vem de Deus”.
Quem puder ajudá-la com qualquer quantia, a chave pix é a seguinte: 68 99983-3068.



