Com previsão de ações educativas para informar a população sobre a importância do uso de coleiras com o nome do animal e do tutor, o Acre criou uma campanha de conscientização sobre a identificação de animais domésticos.
Para a Comissão de Defesa dos Animais da OAB-AC, a iniciativa é importante para contribuir para a redução da quantidade de animais perdidos que não conseguem voltar para casa e conscientizar as pessoas de que lugar de animal não é na rua.
“Vários animais que estão na rua são animais que foram perdidos, nem todos foram abandonados. Mesmo porque, a maioria dos filhotes que nascem na rua falece por conta de doença, falta de vacinação, atropelamento, maus-tratos. O animal, a depender das condições físicas de saúde e idade, consegue andar muitos quilômetros por dia. Então, cada dia que passa, fica muito difícil de encontrar e, muitas vezes, a pessoa que encontra está distante de onde o dono está procurando”, disse Maria Lígia Ueno, membro da comissão.
Ela destaca ainda sobre os riscos com animais que se perdem e vão parar nas ruas. “Aquele animal que está perdido é um animal que tinha cuidados e de repente deixa de ter e está sujeito a doenças, a causar acidentes de trânsito e uma série de outros exemplos danosos para a sociedade como um todo.”
Recentemente, o g1 contou a história do gato Bartolomeu que desapareceu do condomínio onde a família mora, no Habitar Brasil, em Rio Branco. A dona dele chegou a oferecer uma recompensa de R$ 3 mil para quem encontrar o pet e devolver.
Outro caso de animal de estimação foi o da bezerra Bethânia que sumiu de uma chácara na cidade de Senador Guiomard, no interior do Acre. Um boletim de ocorrência por furto foi registrado na delegacia da cidade.




