O número de armas registradas nas mãos de caçadores, atiradores e colecionadores (Cacs) no Acre e no restante da região Amazônica cresceu 700% entre 2017 e 2022.
O estudo aponta que as facilidades criadas pelo governo federal na política de acesso à armas favoreceram esse crescimento.
Os CACs podem adquirir de revólveres a fuzis de repetição. Atiradores esportivos, por exemplo, podem ter até 60 armas — metade delas de uso restrito como os fuzis semiautomáticos. Os caçadores podem ter até 15 armas com alto poder de fogo. Não há limite de armamento para colecionadores.




