O Acre registrou 773 focos de calor entre 1º de janeiro e 9 de setembro de 2026, segundo dados do Programa Queimadas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). O número é o menor registrado pelo estado na série histórica de sete anos considerada no levantamento.
Na comparação com o mesmo período de 2025, quando foram identificados 996 focos, a redução chega a 22%. O resultado mantém a trajetória de queda observada desde 2024, depois de o estado ter registrado 6.738 focos em 2022, maior número da série.
Entre os estados, Mato Grosso aparece na primeira posição, com 7.781 focos, seguido por Pará, com 7.562, e Tocantins, com 5.829. O Acre ocupa a 15ª colocação entre as 27 unidades da Federação, com número superior ao de Rondônia, que contabilizou 747 focos, e inferior ao de Mato Grosso do Sul, com 874.
No recorte mais recente, de 48 horas entre terça-feira (8) e quarta-feira (9), o Acre registrou 10 focos de calor. No mesmo período, Pará teve 212, Amazonas 210, Maranhão 124 e Bahia 106. Em todo o país, foram contabilizados 1.116 focos.
Os números são produzidos pelo Programa Queimadas do Inpe, que utiliza técnicas de sensoriamento remoto para acompanhar a ocorrência de fogo ativo, além de informações relacionadas ao risco e à extensão das queimadas. O instituto mantém os dados disponíveis para consulta e análise pública.




