Objetivo é obter dados para elaboração de políticas públicas nacionais de combate à doença

“Com esse acompanhamento, poderemos estimar a frequência de incapacidades físicas dos pacientes que estão de alta. Isso porque a hanseníase é uma doença infectocontagiosa que acomete pele e nervos, olhos, mãos e pés e a incapacidade física é uma situação presente na hanseníase, que pode acontecer durante o tratamento, após a alta ou antes de o paciente ser diagnosticado”, salientou Luciana Miranda.
Em Rio Branco o inquérito está sendo realizado desde a segunda-feira, 24, e em Cruzeiro do Sul será aplicado na quinta, 27. Os dados coletados serão repassados ao Ministério da Saúde, para posteriormente serem divulgados, mostrando as incapacidades mais frequentes.

A fisioterapeuta Yally Silva, do ambulatório de Dermatologia da Fundhacre, ressaltou que com o inquérito será possível elaborar políticas públicas direcionadas ao público-alvo. “Estamos acompanhando com todos os cuidados voltados para prevenção, reabilitação e cirurgias, evitando a piora e melhorando a qualidade de vida dos pacientes”, explicou.





