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Os autores da representação, o procurador regional dos Direitos do Cidadão do MPF/AC, Lucas Costa Almeida Dias, e o promotor de Justiça da Promotoria de Direitos Humanos do MP/AC, Thalles Ferreira Costa, afirmam que, embora a lei preveja o caráter facultativo da disponibilização da Bíblia, ela promove favorecimento religioso indireto, ferindo a laicidade do Estado.