Os bloqueios em parte das rodovias brasileiras por caminhoneiros e outros motoristas inconformados coma derrota do presidente Jair Bolsonaro na disputa eleitoral de 30 de outubro, pode vir a ser um dos fatores que podem deixar Rio Branco, a Capital do Acre, sem água potável ou com o racionamento do produto. O outro fator seria turbidez do rio Acre com as primeiras chuvas deste início de inverno, que exige demanda de maior uso de produtos químicos para tratar a água captada para ser distribuída aos consumidores da cidade.
Enoque Pereira disse que, antes dos bloqueios nas rodovias, o estoque do Saerb para tratar a agua era suficiente e tranquilo. Mas, com o impedimento da reposição do estoque gasto, principalmente com o surgimento de aumento na turbidez da água do rio Acre, que exige uma maior quantidade de química, foi preciso diminuir o tratamento.
“Saímos de 1.500 litros por segundo para 1.200, como forma de diminuirmos o uso de produtos ainda em estoque. Isso nos faz diminuir também a distribuição. Se os bloqueios permanecerem por mais alguns dias, seremos obrigados a racionar a distribuição e, a depender da gravidade, até sofremos alguma falta”, disse Pereira. “Por isso, pedimos a compreensão da população no uso racional da água”, acrescentou.




