O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu um prazo de 48 horas para que a defesa do ex-presidente Fernando Collor apresente informações detalhadas sobre o seu estado de saúde. A medida é necessária para a análise do pedido de prisão domiciliar feito pelos advogados.
Condenado em 2023, Fernando Collor foi responsabilizado por usar sua influência política, enquanto dirigente do PTB, para indicar nomes à BR Distribuidora, subsidiária da Petrobras, recebendo cerca de R$ 20 milhões em propinas entre 2010 e 2014.
Ao ordenar a prisão, Moraes entendeu que os recursos apresentados pela defesa tinham caráter meramente protelatório, com o objetivo de atrasar a execução da pena.
Atualmente, Collor está detido no Presídio Baldomero Cavalcanti de Oliveira, em Maceió (AL), onde cumpre a pena em uma ala especial destinada a ex-autoridades.




