Uma amiga próxima de Irasema Chavez (foto), assassinada em 2012, foi presa por autoridades norte-americanas 14 anos após o crime. A polícia chegou até Mayra Velásquez por um teste de DNA feito em uma amostra de sangue colhido na cena do crime.
O caso já estava arquivado sem ter uma solução aparente. Irasema Chavez foi encontrada morta após ter sido esfaqueada cerca de 100 vezes. Uma televisão tinha sido levada do apartamento, o que os investigadores acreditam que foi feito pela suspeita.
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do Metrópoles
A confirmação veio quando os investigadores conseguiram uma amostra de sangue de Mayra. “Em maio de 2026, os detetives obtiveram uma amostra do DNA da Sra. Velasquez em lixo descartado e a enviaram para um laboratório criminal para análise. O laboratório determinou que o DNA dela correspondia à gota de sangue encontrada no suporte da televisão do quarto”, explicou a polícia.
“Os detetives observaram que é comum, durante ataques com faca, o agressor se cortar acidentalmente, e acreditam que foi assim que o sangue da Sra. Velasquez foi parar na cena do crime”, acrescentaram.
Conteúdo reproduzido originalmente em: Metropoles por Thays Martins.




