O filho mais velho de Flávia Gomes da Silva, 35 anos, ficou sabendo da morte da mãe após um amigo, que mora na mesma rua da vítima, foi avisado por telefone sobre o crime por um colega. Ele disse que uma mulher tinha sido esfaqueada e estava caída no chão. Ainda na ligação, contou que achava que era a mãe dele. O jovem chegou ao local de moto e já encontrou a mãe sem vida. Algumas pessoas prestaram socorro e tentaram reanimá-la no local do crime, porém sem sucesso.
Vídeo do local do crime:
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do Metrópoles
A mulher relatou que ia à igreja quando ouviu os gritos. A testemunha pediu para não ser identificada: “Eu estava me arrumando para ir à igreja quando escutei os gritos de socorro. Quando olhei, a mulher estava correndo e o agressor correndo atrás dela. Eu gritei para o meu namorado; falei que ele ia matar a mulher. Meu namorado desceu correndo para ajudá-la. Ele tentou fazer massagem cardíaca nela. Quando retornou para casa, estava cheio de sangue da vítima”, descreveu.
A coluna Na Mira tenta localizar defesa de Anderson Gonçalves. O espaço está aberto para posicionamentos.
Relacionamento e prisão
- O filho da vítima disse à polícia que a mãe não estava mais com Anderson e confirmou que o relacionamento era conturbado.
- Ele ressaltou ainda que Flávia tinha a intenção de se separar do companheiro, mas que o homem a perseguia e não aceitava o fim da relação.
- O Metrópoles apurou que o advogado do suspeito tentou apresentá-lo à delegacia, mas, antes que isso ocorresse, Anderson foi capturado entrando em um carro próximo à DP.
- Em depoimento, o homem disse que teve uma discussão com a vítima e que, no calor do momento, pegou uma faca que estava dentro do carro — usada por ele em pescarias — e esfaqueou a mulher.
Imagens:
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Anderson Gonçalves, 44 anos, matou a companheira a facadas
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Flávia Gomes da Silva, 35 anos
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Mulher foi morta no Itapoã (DF)
Reprodução/@radarparanoa4 de 6
Vítima foi morta na frente da filha de 4 anos
Reprodução / Redes sociais5 de 6
Homem fugiu após matar companheira, mas foi preso no dia seguinte
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Flávia Gomes era frentista
Reprodução / Redes sociais
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Discussão e agressões anteriores
Testemunhas relataram aos policiais que ouviram uma discussão entre o casal momentos antes do crime. Familiares que estiveram no local também relataram que Flávia e Anderson mantinham um relacionamento conturbado.
A irmã da vítima ficou sabendo do crime após a nora de Flávia avisar, por telefone, o que havia ocorrido. Conforme relato de parentes à polícia, o casal se relaciona desde 2017, período em que a vítima estava grávida.
A irmã ressaltou que a criança de 4 anos, que presenciou o crime, é filha do casal e disse também que, em duas ocasiões distintas, presenciou Anderson agredir Flávia. Outro ponto destacado é que, no celular da vítima, há mensagens que mostram conversas contendo violência.
Mais detalhes:
- Ainda de acordo com a irmã, apesar das agressões, Flávia nunca chegou a registrar boletim de ocorrência.
- A parente disse que eles não estavam morando oficialmente juntos, mas que Anderson frequentava constantemente a residência da vítima.
- Também foi relatado no boletim de ocorrência que Anderson fazia uso excessivo de bebidas alcoólicas, principalmente nos finais de semana.
- A declarante reforçou que Flávia já havia feito reclamações sobre o comportamento de Anderson.
- Após o crime, ele teria ido à casa onde a vítima morava.
Conteúdo reproduzido originalmente em: Metropoles por Larice de Paula.




