A apresentadora Ana Hickmann e o chef Edu Guedes sobem ao altar neste sábado (12/9), em uma cerimônia realizada em Araras, no interior de São Paulo. Entre tantos detalhes envolvendo o casamento, um deles chama a atenção: afinal, como ficam os bens do casal após a união. Especialistas explicaram o caso à coluna.
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Burocracia
Quando os noivos já possuem imóveis, aplicações financeiras, empresas ou outros bens, a escolha do regime de bens deixa de ser uma decisão meramente burocrática. Ela pode determinar como o patrimônio será administrado durante o casamento e quais bens poderão ou não ser partilhados em caso de divórcio ou falecimento.
Nesse contexto, o pacto antenupcial também pode ganhar importância. O documento permite que os noivos estabeleçam regras patrimoniais antes do casamento, dentro dos limites previstos pela legislação, e pode ser especialmente relevante quando existe uma estrutura financeira mais complexa. A medida também pode ajudar a deixar claras as expectativas do casal sobre a administração e a divisão do patrimônio.
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do Metrópoles
“Planejar não significa falta de confiança entre o casal. Pelo contrário. O pacto antenupcial pode ser uma ferramenta para deixar previamente estabelecido como determinadas questões patrimoniais serão tratadas. Quanto maior e mais diversificado for o patrimônio, mais importante é que as regras estejam claras para evitar interpretações diferentes no futuro”, afirmou Karla Félix, advogada de família e sucessões.
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Edu Guedes e Ana Hickmann em Mykonos
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Edu Guedes e Ana Hickmann.
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A apresentadora Ana Hickmann e o chef Edu Guedes
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A apresentadora Ana Hickmann e o chef Edu Guedes
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A apresentadora Ana Hickmann e o chef Edu Guedes
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A apresentadora Ana Hickmann e o chef Edu Guedes
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“Nunca é tarde”, afirma Ana Hickmann sobre amor após os 40 anos
Instagram/Reprodução
Filhos
Outro ponto que merece atenção são os filhos de relacionamentos anteriores. Quando um ou os dois noivos já são pais, o casamento cria uma nova dinâmica familiar, mas não elimina os direitos dos filhos em relação à sucessão. Por isso, além das questões conjugais, é importante avaliar como o novo casamento poderá se relacionar com a transmissão do patrimônio de cada um.
O planejamento sucessório entra justamente nessa equação. Dependendo da composição familiar e patrimonial, podem ser analisados instrumentos como testamento, doações e outras estratégias permitidas pela legislação para organizar a transmissão dos bens. A ideia é evitar que decisões importantes fiquem para um momento de urgência ou sejam definidas apenas quando ocorrer um falecimento.
“Casamento, patrimônio e sucessão precisam ser analisados em conjunto quando estamos falando de uma família que já possui uma história anterior. Não basta pensar apenas no que acontece se houver um divórcio. Também é preciso olhar para o que pode acontecer no futuro com os filhos, o cônjuge, as empresas e os demais bens”, orientou Karla.
Conteúdo reproduzido originalmente em: Metropoles por Fábia Oliveira.




