Geral

Após 2 meses, EUA volta a atacar embarcações no Pacífico

Por Thays Martins
Southcom/ reprodução

Os Estados Unidos voltaram a atacar embarcações no Oceano Pacífico após dois meses de trégua. De acordo com o Comando Sul dos Estados Unidos (Southcom), entre domingo (23/8) e esta terça-feira (25/8), duas embarcações foram atingidas. O último ataque do tipo tinha sido em 21 de junho.

No ataque desta terça-feira (25/8), foi atingida uma lancha de alta velocidade que, segundo o Southcom, operava em rotas estabelecidas de narcotráfico no Caribe. Quatro pessoas morreram.

“Joint Task Force Western Hemisphere continues executing precise, lethal operations against the cartels. We will hunt, disrupt, and defeat these narco-terrorist networks. SOUTHCOM is resolved to neutralizing cartel terror and violence throughout the region and into the U.S.… pic.twitter.com/Kj4k9onYxx

— U.S. Southern Command (@Southcom) August 26, 2026

“A Força-Tarefa Conjunta do Hemisfério Ocidental continua executando operações precisas e letais contra os cartéis. Caçaremos, desmantelaremos e derrotaremos essas redes de narcoterrorismo. O SOUTHCOM está determinado a neutralizar o terror e a violência dos cartéis em toda a região e em território norte-americano”, disse o general Francis L. Donovan.

Entre no canal de WhatsApp
do Metrópoles

No domingo (23/8), o ataque a um barco deixou dois mortos. Os EUA disseram que informações de inteligência revelaram o envolvimento ativo da embarcação no narcotráfico.

“This operation is a clear and decisive reminder that SOUTHCOM is taking the fight directly to the cartels.”

On August 23, under #SOUTHCOM Commander Gen. Francis L. Donovan’s direction, Joint Task Force Western Hemisphere executed a lethal kinetic strike on a low-profile vessel… pic.twitter.com/aIw1qn36gd

— U.S. Southern Command (@Southcom) August 24, 2026

“Quando ordenei a criação da Força-Tarefa Conjunta do Hemisfério Ocidental, foi precisamente com esse objetivo: acelerar, sincronizar e executar ações letais contra essas redes narcoterroristas desestabilizadoras. Estamos comprometidos em impor total atrito sistêmico aos narcoterroristas — interrompendo suas operações, desmantelando suas lideranças e eliminando o terror imposto pelos cartéis em toda a região”, afirmou Donovan.

Desde o início das operações, foram mais de 60 ataques, que deixaram mais de 250 mortos. Os EUA não apresentam provas de que as embarcações estão envolvidas em atividades de narcotráfico.


Conteúdo reproduzido originalmente em: Metropoles por Thays Martins.