Após a oitiva de testemunhas e interrogatório do réu Daniel Silva Barros, que é acusado de matar a ex-namorada Ingrid Ponciano da Silva, de 19 anos, em junho do ano passado, o Ministério Público acreditou na versão do acusado e deve voltar atrás na denúncia inicial de homicídio qualificado por feminicídio.
A informação foi confirmada ao g1 pelo promotor de Justiça do caso, Carlos Pescador. Segundo ele, ficou demonstrado que o tiro disparado por Barros que vitimou a jovem Ingrid foi acidental.
O réu passou por audiência de instrução e julgamento na última quarta-feira (18) na 1ª Vara do Tribunal do Júri de Rio Branco. Agora, foi aberto prazo para manifestação do MP-AC e da defesa. A reportagem não conseguiu contato com a defesa de Barros até última atualização da matéria.
Ingrid foi assassinada com tiro na cabeça no dia 12 de junho do ano passado na rua Padre José, no bairro Triângulo Novo, no Segundo Distrito de Rio Branco.
Por G1/AC





