Dias após dispensar a escolta da Polícia Federal (PF), a pré-campanha do senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) informou, nesta quarta-feira (22/7), que reforçou o seu esquema de segurança. O pré-candidato passará a usar colete à prova de balas permanentemente.
Segundo comunicado, a decisão foi tomada após um levantamento da Polícia do Senado Federal apontar aumento nas ameaças e manifestações de ódio contra o filho “01” do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) desde o início de junho.
“O levantamento registrou mais de 2 mil conteúdos entre ameaças explícitas, incitações à violência, referências codificadas e manifestações associadas a tentativas de ataques contra o senador”, diz um trecho da nota.
Dias antes, Flávio disse que recusou a segurança da Polícia Federal aos presidenciáveis. Como é senador, Flávio já tem segurança realizada pela Polícia Legislativa do Senado, e disse continuará com a equipe. A proteção oferecida pela PF aos candidatos a presidente da República começou na segunda-feira (20/7), mesma data de início das convenções partidárias.
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A pré-campanha do senador afirma que o levantamento contabilizou 868 ameaças explícitas, 647 manifestações de incitação à violência, 640 referências codificadas e 133 conteúdos classificados como relacionados ao planejamento ou à oportunidade de ataques.
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Com base nesses dados, a equipe informou que ampliou o esquema de segurança do senador.
As medidas, segundo a nota, incluem o triplo de policiais na escolta, uso permanente de colete balístico, reforço no número de armamentos, equipamentos e viaturas. Um centro de comando que funcionará 24 horas por dias, em Brasília, também será criado.
O objetivo, segundo a pré-campanha, é “monitorar o acompanhamento do candidato junto às equipes de campo, auxiliando na logística de forma on-line e imediata”.
Conteúdo reproduzido originalmente em: Metropoles por Álvaro Luiz.





