Atacante do Vasco é alvo de operação contra tráfico de armas e drogas; outro jogador é preso
As ações ocorrem em cidades da Grande Vitória e em Afonso Cláudio, no Espírito Santo, além de endereços no Rio de Janeiro, São Paulo, Goiás e Distrito Federal
A operação mobilizou agentes em diferentes pontos do país. Ao todo, são quatro mandados de prisão temporária e 15 de busca e apreensão. As ações ocorrem em cidades da Grande Vitória e em Afonso Cláudio, no Espírito Santo, além de endereços no Rio de Janeiro, São Paulo, Goiás e Distrito Federal.
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Carro da Polícia Civil dentro do Centro de Treinamento do Vasco da Gama, na Zona Sudoeste do RioFoto: Reprodução/ TV Globo
David Corrêa e Renyer OliveiraReprodução/@lucasalmeidal17 e @renyer011
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No Rio de Janeiro, policiais da 14ª DP (Leblon) e da Delegacia Especializada em Armas, Munições e Explosivos (Desarme) cumpriram três mandados de busca e apreensão. Entre os locais vistoriados estão a residência de David, na Barra da Tijuca, e o centro de treinamento do Vasco, em Jacarepaguá.
O jogador chegou ao CT em seu próprio veículo, cuja placa tem as letras “DVD”, para acompanhar o trabalho dos agentes. Na saída, ele preferiu não comentar a operação.
Investigação começou no Espírito Santo
A apuração conduzida pela Polícia Civil do Espírito Santo busca esclarecer a atuação de um grupo suspeito de envolvimento com o tráfico de drogas e armas. De acordo com as investigações, atletas profissionais e empresários também podem ter algum tipo de ligação com os investigados.
A ofensiva acontece de maneira simultânea em diferentes estados e conta com cerca de 100 policiais civis, 38 viaturas e dois helicópteros.
“A operação integra uma atuação conjunta entre as Polícias Civis dos estados para o cumprimento de medidas judiciais e o enfrentamento de organizações criminosas que atuam de forma interestadual”, disse a Polícia Civil do RJ.
As autoridades capixabas também explicaram a origem do nome dado à operação.
“O nome da operação, ‘A Tropa’, faz referência à autodenominação utilizada pelos próprios investigados para se referirem ao grupo criminoso”, explicaram as autoridades capixabas.
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Conteúdo reproduzido originalmente em: Leo Dias por Karol Gomes.




