Autor: Vitor Nobre
CapacitaSuas é retomado no Acre e reúne 190 profissionais da assistência social em Cruzeiro do Sul
A governadora em exercício do Acre e titular da Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos (SEASDH), Mailza Assis, participou nesta segunda-feira, 25, da…
Comissão Organizadora da 3ª Expovale do Purus repudia ataques em redes sociais contra Concurso Rainha do Rodeio 2025
A Comissão Organizadora da 3ª EXPOVALE DO PURUS 2025, em parceria com a Cooperativa COOPERPURUS e a Associação Mulheres da Terra, divulgou nesta segunda-feira (25) uma…
Baixa cobertura vacinal e aumento expressivo de infecções colocam estado em alerta O estado do Acre enfrenta uma preocupante escalada nos casos de dengue em 2025.…
O clima deste domingo promete repetir o padrão típico dos últimos dias: uma mistura de sol forte, pancadas de chuva e momentos de céu encoberto. A…
Um homem de 40 anos foi brutalmente assassinado na madrugada deste sábado (23), no bairro de Gramame, em João Pessoa, Paraíba. Segundo informações da Polícia Militar,…
De acordo o último estudo do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), baseado na PNAD Contínua, divulgado no início deste ano, 12,7% das crianças e adolescentes acreanos vivem sem acesso à água encanada, o índice mais alto do Brasil. Além disso, 31,5% das residências onde vivem menores não têm saneamento adequado, o que representa o maior percentual nacional. Essa realidade expõe meninos e meninas a riscos de saúde e evidencia a falta de infraestrutura básica. Outro dado preocupante é o da pobreza multidimensional. Conforme o relatório “Pobreza Multidimensional na Infância e Adolescência no Brasil”, também do Unicef, 83,9% das crianças e adolescentes do Acre estavam em situação de privações em 2022. Em 2023, os dados foram ainda alarmantes, com a seguinte configuração: 18,6% enfrentavam privação de educação; 14,1% não tinham acesso à informação; 2,4% estavam em situação de trabalho infantil; 18,1% viviam em moradias inadequadas; 22,2% não tinham acesso à água de qualidade; 68,9% não contavam com saneamento adequado; e 38,3% viviam em lares com privação de renda. A educação infantil também aparece como um dos pontos frágeis. O Censo Demográfico 2022 revelou que apenas 68,98% das crianças de 4 a 5 anos frequentam a escola, uma das menores taxas do país, ficando à frente apenas do Amapá. Já entre os 6 e 14 anos, a frequência sobe para 96,65%, e entre adolescentes de 15 a 17 anos, 81,44%. Outro desafio enfrentado no Acre é o registro civil de nascimento. Embora tenha havido avanços, cerca de 1.312 crianças de até 5 anos no Acre ainda não possuem registro oficial, segundo o Censo 2022 do IBGE. Isso representa aproximadamente 1,5% do total, um dado que, embora baixo, revela uma barreira significativa ao acesso a direitos básicos.
Neste 24 de agosto, Dia da Infância, números revelam dura realidade enfrentada por crianças e adolescentes acreanos Enquanto o Brasil celebra neste domingo (24) o Dia…
O repórter acreano Otávio Damasceno apresentou avanços significativos em seu quadro de saúde e recebeu alta da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Pronto-Socorro de Rio…
Grande operação policial em Mâncio Lima resulta em prisões, apreensão de drogas e reforço da segurança
Na tarde da última quinta-feira (22), o 6° Batalhão de Polícia Militar (6° BPM), com apoio do Exército Brasileiro, realizou uma operação de grande porte no…
Tensão no Caribe: EUA mobilizam força militar contra Maduro sob pretexto de combate ao narcotráfico
Nesta semana, os Estados Unidos intensificaram sua presença militar no sul do mar do Caribe, deslocando seis navios de guerra, aviões de combate, ao menos um…
O tempo deste sábado promete repetir o cenário de ontem, com sol entre muitas nuvens ao longo do dia e períodos de céu nublado, especialmente à…