Ao comentar com apoiadores o assassinato de um guarda civil petista por um bolsonarista em Foz do Iguaçu (PR), nesse sábado (9/7), o presidente Jair Bolsonaro (PL) relembrou o atentado que sofreu na campanha eleitoral de 2018.
Apesar disso, o presidente costuma relacionar o autor da facada a políticos de oposição. A Polícia Federal (PF) já descartou a hipótese em duas investigações anteriores.
O policial penal Jorge José da Rocha Guaranho, que se declara apoiador do presidente Jair Bolsonaro, assassinou a tiros o guarda municipal Marcelo Arruda, durante sua festa de aniversário de 50 anos, ocorrida na noite do último sábado. A festa tinha como tema o PT e fazia várias referências ao ex-presidente e pré-candidato Luiz Inácio Lula da Silva.
No domingo (10), pelas redes sociais, Bolsonaro disse dispensar “qualquer tipo de apoio de quem pratica violência contra opositores”. O presidente ainda cobrou investigação sobre o caso.
“A esse tipo de gente, peço que por coerência mude de lado e apoie a esquerda, que acumula um histórico inegável de episódios violentos”, escreveu o presidente.
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