Após quatro dias, o Brasil voltou a registrar, nesta terça-feira, mais de 3 mil mortes em decorrência da Covid-19. Em 24h foram notificados 3.025 óbitos, elevando para 411.854 o total de vidas perdidas no país para o coronavírus. A média móvel foi de 2.361 mortos, 15% menor que o cálculo de duas semanas atrás.
Os dados são do consórcio formado por O GLOBO, Extra, G1, Folha de S.Paulo, UOL e O Estado de S. Paulo e reúne informações das secretarias estaduais de Saúde divulgadas diariamente até as 20h. A iniciativa dos veículos da mídia foi criada a partir de inconsistências nos dados apresentados pelo Ministério da Saúde.
Vinte e seis unidades federativas do Brasil atualizaram seus dados sobre vacinação contra a Covid-19 nesta terça-feira. Em todo o país, 32.881.298 pessoas receberam a primeira dose de um imunizante, o equivalente a 15,53% da população brasileira. A segunda dose da vacina, por sua vez, foi aplicada em 16.723.761 pessoas, ou 7,90% da população nacional.
Após pico em março, mortes entre profissionais de enfermagem por Covid-19 cai 71% em abril
Um levantamento divulgado pelo Conselho Federal de Enfermagem (Cofen) mostra que as mortes de enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem apresentaram queda no mês de abril em todo o país. Embora março tenha sido o terceiro mês mais letal desde o início da pandemia, com 83 profissionais mortos — perdendo para abril e maio do ano passado — o mês de abril teve uma redução de 71% no número de óbitos entre estes profissionais, com 24 casos.
Para Walkirio Almeida, membro do Comitê de Crise da Covid-19 do Cofen e chefe do Departamento de Gestão do Exercício Profissional da Enfermagem do conselho, a queda do número de mortes se deve à cobertura vacinal.




