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Monique Medeiros passou mal durante o julgamento pela morte de Henry Borel após a exibição de imagens do corpo do menino. Ela recebeu atendimento médico e foi dispensada do restante da sessão. Durante o julgamento, um médico legista reforçou a conclusão de que Henry foi vítima de homicídio por espancamento, descartando a tese de acidente doméstico ou lesões causadas por procedimentos médicos.