O produtor Rosildo Freitas, do Complexo Agroindustrial de Brasiléia, no interior do Acre, enfrenta uma crise devastadora em sua criação de frangos. Na última segunda-feira (6), ele descobriu que 350 aves estavam mortas, e a situação agravou-se ao longo da semana. O calor intenso, atingindo até 42ºC no aviário desprovido de exaustores, é apontado como a principal causa das perdas.
O Complexo Agroindustrial de Brasiléia, operado pelo modelo Público-Privado-Comunitário (PPC), gera empregos diretos e beneficia mais de cem produtores locais. Freitas afirma que nunca testemunhou uma perda tão significativa devido ao calor nos anos anteriores. Ele destaca temperaturas extremas entre 38ºC e 40ºC, afetando a produção mesmo durante a noite.
O produtor pede apoio do poder público, destacando que outros criadores na região também enfrentam perdas. Com o estado decretando emergência devido à seca, a situação não é exclusiva dele, e ele espera que as autoridades proporcionem auxílio diante da crise enfrentada pelos criadores de frangos na região.




