A campanha da deputada federal Tabata Amaral (PSB) registrou um boletim de ocorrência após um princípio de incêndio na área externa do seu comitê, localizado na zona sul de São Paulo (veja vídeo abaixo). O caso ocorreu na noite do último domingo (6/9).
A equipe da parlamentar, que tenta a reeleição à Câmara dos Deputados, afirma que suspeita que o incidente tenha origem “possivelmente criminosa” e que notou que o local vinha sendo monitorado horas antes do episódio. A Polícia Militar foi acionada e esteve no local horas depois da ocorrência.
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do Metrópoles
Ao verificar a área, encontrou uma pessoa identificada como “Penélope”, instalada no local com pertences pessoais. Após ser orientada a se retirar, a pessoa ofereceu dinheiro em espécie à funcionária, recusado por ela, e deixou o local a contragosto.
A campanha de Tabata afirma que, cerca de uma hora depois, por volta das 22h, a equipe de segurança identificou fumaça saindo do mesmo depósito de lixo e constatou princípio de incêndio no local, que foi controlado na sequência. Nas proximidades das chamas, de acordo com o relato, foi encontrada uma garrafa plástica com resíduo de líquido com odor de combustível.
Veículo suspeito
A Polícia Militar compareceu ao comitê por volta de 0h15. Pouco depois, a equipe da deputada diz que registros das câmeras de segurança identificaram, por volta de 1h30, um veículo parado nas proximidades do comitê por aproximadamente 20 minutos, em circunstância considerada suspeita pelo estafe.
A campanha afirma que vai colaborar com as investigações e reforçar os protocolos de segurança do comitê. O caso foi registrado no 6º DP, no Cambuci, como possível caso de dano e não incêndio criminoso.
“Isso é algo muito sério e que precisa ser apurado. Graças a Deus ninguém ficou ferido, mas numa campanha eleitoral tão marcada pela violência, é fundamental que isso seja investigado a fundo. É responsabilidade da Polícia Civil, subordinada ao governo Tarcísio, apurar o ocorrido e trazer uma resposta, independentemente de divergências políticas. É necessário entender se houve premeditação e, caso tenha havido, quem são os envolvidos”, afirmou Tabata Amaral.
Conteúdo reproduzido originalmente em: Metropoles por Vinicius Passarelli.




