O chefe da comissão de arbitragem da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Rodrigo Cintra se pronunciou após o Vasco emitir um laudo médico confirmando uma lesão no quadril de Léo Jardim, expulso na partida do último domingo (27/7) por cera após pedir um atendimento médico.
Segundo o dirigente, o árbitro Flávio Rodrigues teria ido “até o último recurso” e que o goleiro do Vasco, mesmo com a equipe médica ao seu lado, não pediu o atendimento enquanto o jogo estava paralisado. Cintra afirma que não opinará quanto ao laudo médico emitido pelo clube por “não ser médico”.
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“O árbitro chegou ao último recurso, mesmo com o apoio de seu assistente, mesmo voltando lá pela segunda vez, mesmo com o médico ao lado do jogador, sem proceder nenhum tipo de atendimento. Não tinha outro recurso para retornar a partida”, afirmou Rodrigo Cintra.
Léo Jardim foi expulso aos 40 minutos do segundo tempo após tomar o segundo cartão amarelo por cera enquanto solicitava um atendimento médico por parte do Vasco. Flávio Rodrigues de Souza afirmou em súmula que o goleiro não solicitou nenhum atendimento enquanto a partida estava paralisada para substituições e só pediu a entrada da equipe médica no momento em que a partida iria retornar.
Além do laudo médico que confirmou uma hematomas e uma lesão “profunda” na bacia de Léo Jardim, o Vasco pediu o afastamento do juiz Flávio Rodrigues de Souza.
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