O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, defendeu a prisão de quatro militares sob a suspeita de tramar um golpe de Estado. O chefe da PF diz que, sem a prisão preventiva, não se podia descartar novas tentativas de matar o presidente Lula.
“Com certeza a contemporaneidade das ações e a gravidade do que estava sendo apurado somado à contemporaneidade da movimentação das pessoas” justificaram a prisão dos militares, disse Rodrigues na quarta-feira (4).




