Em decisão expedida na manhã desta terça-feira (1º/7), o presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministro Luís Roberto Barroso, e o corregedor nacional de Justiça, ministro Mauro Campbell Marques, mantiveram decisão que determina ao Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) a promoção de uma juíza para o 2º grau da Corte.
No dia 25 de junho, os ministros suspenderam a votação do TJDFT que promoveu um juiz para o cargo em questão. No entendimento de Barroso e Campbell, essa vaga deve ser preenchida por uma mulher, de acordo com a Resolução nº 525/2023, que trata da paridade de gênero nos tribunais do país.
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A resolução do CNJ determina que os tribunais com menos de 40% de mulheres no segundo grau devem instituir alternância entre as listas mistas e as listas exclusivamente femininas para as promoções por merecimento. O TJDFT, segundo o CNJ, tem apenas 28,9% de mulheres entre desembargadores.
O presidente do TJDFT informou ao CNJ que a Corte fará uma nova votação para preenchimento da vaga em questão, no dia 8 de julho.




