@igoestrela
Essa é uma estratégia para tentar desgastar a imagem das duas candidatas, líderes nas pesquisas de intenção de voto até o momento. A dupla também deve ser o principal alvo da direita nos debates para o Senado.
Os ataques às candidatas da chapa de Fernando Haddad (PT) não são fortuitos. Tanto em pesquisas internas encomendadas pelos partidos — os chamados trackings — quanto nos levantamentos públicos registrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ambas aparecem à frente.
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Na mais recente pesquisa Datafolha, divulgada este mês, Marina Silva liderava as intenções de voto, tecnicamente empatada com Simone Tebet.
O Instituto Quaest deve apresentar novos números para São Paulo nesta quarta-feira (29/7).
Suplentes reivindicam espaço
Além dos ataques da direita, Simone e Marina também têm de conviver com o fogo amigo na esquerda. Isso porque ainda não está bem arranjada a disposição de suplentes.
A vaga é especialmente cobiçada neste ano porque as candidatas ao Senado podem voltar ao ministério de Lula, caso o petista vença as eleições de outubro.
A indicação do vereador de São Carlos Djalma Nery (PSol) à primeira suplência de Marina causou mal-estar no arco de alianças em torno da candidatura de Haddad.
O PDT é o principal incomodado e chegou a ameaçar lançar um candidato próprio caso o pleito não seja atendido.
O advogado Laio Morais (PT), ex-chefe de gabinete de Haddad no Ministério da Fazenda, foi o nome indicado para a suplência de Simone Tebet.
Conteúdo reproduzido originalmente em: Metropoles por Ramiro Brites.





