
Anunciado em abril, o recurso de Comunidades do WhatsApp virou pivô na crise entre o governo de Jair Bolsonaro (PL) e o TSE (Tribunal Superior Eleitoral). A ferramenta promete reunir “megagrupos” com milhares de membros, mas o lançamento foi adiado no Brasil e só acontecerá depois das eleições presidenciais de outubro.
Como vão funcionar as Comunidades
O objetivo das comunidades é facilitar a organização de grupos com diferentes tópicos, segundo a empresa. Então, pense que a ideia é reunir grupos de assuntos relacionados. Durante apresentação para jornalistas, o WhatsApp falou bastante sobre a comunidade de uma escola. Dentro dela, poderia haver grupos com pais de diferentes séries, um grupo para organizar caronas ou alguma comunidade para debater detalhes de uma excursão, por exemplo.
“Acreditamos que comunidades tornarão mais fácil para um diretor de escola reunir todos os pais e responsáveis para compartilhar avisos importantes e criar grupos para turmas específicas e atividades extracurriculares ou voluntárias”, disse o anúncio da empresa. O mesmo poderia ser aplicado a empresas —que costumam contar com grupos temáticos— ou um condomínio, onde poderia haver grupos sobre assembleia, uso de áreas comuns, entre outros. Importante lembrar que uma vez dentro de uma comunidade, o número dos membros é preservado. Apenas o administrador e pessoas que estão no mesmo grupo que você poderão visualizar os detalhes do contato.
O administrador poderá: enviar mensagens a todos os membros inserir e remover membros e grupos criar novos grupos apagar mensagens ou arquivos de mídia considerados abusivos.
O curioso é que o administrador da comunidade poderá inserir grupos que ele não faz parte. Obviamente, neste caso, ele não conseguirá ler o conteúdo das conversas.




