Segundo o Sistema de Informação Cultural do Ministério da Cultura do México, essa é a primeira experiência imersiva e sensorial dedicada ao universo felino no mundo.
O que fazer no museu
A visita guiada começa em Gênese Felina, uma sala dedicada à evolução dos gatos e à relação que desenvolveram com os humanos. Para ilustrar o tema, o espaço utiliza animações em 3D e projeções de vídeo.
Já a Cúpula do Ronronar foi projetada para apresentar ao público alguns dos sinais e sensações associados aos gatos.
O passeio termina em Connection, espaço com ambientes imersivos, murais interativos e uma figura gigante de Sissi, a gata que serve como guia da experiência. Os visitantes também podem deixar a impressão da pata de seus gatos em um mural virtual.
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Os gatos são bastante territorialistas
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As fitas chamam a atenção dos felinos
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Os bichanos podem viver em harmonia
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Oferecer brinquedos interativos deixa o pet entretido
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Ação social
O museu foi criado pelos jornalistas Esther Garcilita e Marco Sotomayor, que começaram a desenvolver projetos relacionados aos gatos há mais de uma década. Em 2015, eles criaram a primeira cafeteria com gatos da América Latina.
Segundo os idealizadores do museu, parte da renda e das doações é destinada à compra de uma unidade móvel de castração para cães e gatos em situação de rua.
Conteúdo reproduzido originalmente em: Metropoles por Gabriela Francisco.




