Garantir que os estudantes das escolas indígenas e rurais de Santa Rosa do Purus tenham acesso à alimentação escolar é um desafio que envolve longas distâncias, condições adversas e uma logística complexa. Isolado geograficamente, o município está localizado a aproximadamente 1.261 km da capital Rio Branco e não possui acesso terrestre direto.
Segundo o coordenador, todas as escolas atendidas estão em áreas de acesso exclusivamente fluvial e, em algumas comunidades, o percurso inclui ainda longas caminhadas. “Na Escola Indígena Txana Mana e na comunidade Ika Muru, por exemplo, além da viagem pelo rio, ainda é preciso andar quase uma hora a pé até as escolas”, relata.

Na remessa atual, foram enviados alimentos não perecíveis como arroz, açúcar, café, biscoitos, amêndoas e carne de sol, além de botijões de gás para todas as unidades escolares, assegurando o preparo adequado das refeições.
“A gente reconhece as dificuldades de acesso, as longas distâncias e as condições adversas que muitas vezes impedem o transporte rápido e regular da alimentação escolar. Mas seguimos trabalhando para garantir que os estudantes indígenas e rurais de Santa Rosa do Purus tenham acesso à alimentação escolar de forma digna e respeitosa às suas realidades”, reforça Jekson.
O secretário de Estado de Educação e Cultura, Aberson Carvalho, destaca o comprometimento das equipes da Secretaria para que os alimentos cheguem ao prato dos alunos. “Nossas equipes não medem esforços para assegurar que todos os estudantes, mesmo nas regiões mais distantes e isoladas do Acre, tenham garantido o direito à alimentação escolar, fundamental para o desenvolvimento e permanência na escola”, pontua.
Por Secom




