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Conor Kennedy apoia alistamento na Ucrânia após polêmica com a Rússia

Por Camilla Germano
Reprodução/ Instagram

Conor Kennedy, marido da cantora brasileira Giulia Be, recomendou o alistamento nas Forças Armadas da Ucrânia dias após a Justiça da Rússia autorizar a prisão dele à revelia por acusação de mercenarismo.

O norte-americano compartilhou nas redes sociais, nessa quinta-feira (14/8), um material com informações de como se candidatar à Legião Internacional da Ucrânia e afirmou que é “altamente recomendado”.

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Postagem de Conor Kennedy sobre a Ucrânia

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Giulia Be e Conor Kennedy

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Giulia Be e John Conor Kennedy

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Giulia Be e John Conor Kennedy

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Giulia Be e John Conor Kennedy

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A recomendação ocorre poucos dias depois de o Tribunal Distrital de Basmanny, em Moscou, autorizar a prisão de Kennedy à revelia e determinar a inclusão dele na lista internacional de procurados. A defesa recorreu da decisão, mas a Justiça russa manteve a ordem após analisar a apelação em sessão fechada.

Quem é Conor Kennedy

  • John Conor Kennedy, de 31 anos, é um advogado norte-americano.
  • Ele é filho de Robert F. Kennedy Jr., atual secretário de Saúde dos Estados Unidos, e sobrinho-neto do ex-presidente John F. Kennedy.
  • Kennedy é casado com a cantora brasileira Giulia Be e os dois se casaram em março de 2026, em uma cerimônia intimista em Los Angeles.
  • Antes do relacionamento com Giulia, Kennedy teve um breve romance com a cantora Taylor Swift, em 2012.

Entenda o caso

Conor Kennedy é acusado pela Justiça russa de participar de conflito armado ou ação militar como mercenário, crime previsto no artigo 353 do Código Penal da Federação Russa. A pena pode variar de sete a 10 anos de prisão.

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do Metrópoles

A ordem foi determinada à revelia, ou seja, sem a presença de Kennedy no tribunal. Por isso, ele segue livre e não foi detido pelas autoridades russas, mas passou a integrar a lista internacional de procurados.

Em 2022, Kennedy afirmou ter participado de combates na região de Kharkiv, na Ucrânia, ao lado da Legião Internacional. Na época, disse que tinha decidido se alistar após ficar “profundamente comovido” com a guerra.

Em uma publicação feita em outubro daquele ano, ele contou que soube da existência da Legião Internacional e foi à embaixada ucraniana no dia seguinte para se alistar.

“Sei que esta história vai vir à tona, então quero dar minha versão primeiro, para tirar o melhor proveito disso e incentivar outras pessoas a agir. Como muitas pessoas, fiquei profundamente comovido com o que vi acontecer na Ucrânia no último ano. Eu queria ajudar. Quando soube da Legião Internacional da Ucrânia, soube que iria e, no dia seguinte, fui à embaixada para me alistar”, escreveu.


Conteúdo reproduzido originalmente em: Metropoles por Camilla Germano.