O crescimento nas pesquisas de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e a filiação de Jair Bolsonaro ao PL geraram mudanças na corrida por governos estaduais em 2022. Apesar da polarização nacional, questões regionais continuam a se impor e devem gerar alianças curiosas, como o apoio petista a um candidato do PDT de Ciro Gomes no Ceará e uma frente que reunirá Bolsonaro e Sergio Moro (Podemos) em torno da reeleição do governador Ratinho Junior (PSD), do Paraná.
Os socialistas querem o apoio petista a Márcio França, até como contrapartida a uma união nacional em torno do ex-presidente (o que incluiria a aceitação, pelo PSB, da eventual filiação do ex-governador Geraldo Alckmin, que seria o vice de Lula).
Para piorar, numa reunião no último dia 20 entre dirigentes e lideranças dos dois partidos, entre eles Lula, o PT apresentou a candidatura do senador Humberto Costa ao governo de Pernambuco, estado hoje administrado pelo PSB.





