Coordenada pelo Ministério da Defesa, a atividade voltada às operações de paz simula, em campo, a pronta resposta dos militares das Forças Armadas (Aeronáutica, Exército e Marinha) brasileiras e dos países participantes em cenários de instabilidade e de conflito armado.
Segundo o Ministério da Defesa, neste ano o exercício reuniu, além dos quase 700 militares brasileiros, outros 38 de Angola, Guiné Equatorial, Moçambique, Portugal e Timor-Leste.
“O Felino 2026 pode ser entendido como um instrumento de preparação militar, cooperação internacional e proteção da sociedade”, informou, em nota, o general Julio Cesar Belaguarda Nagy de Oliveira, oficial condutor da atividade.
Segundo o general, além de ampliar a capacidade de atuação conjunta, o simulado fortalece os laços diplomáticos e de defesa entre os países-membros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa e contribui para preparar os militares brasileiros para participarem de missões de paz internacionais da Organização das Nações Unidas (ONU).
Atualmente, 71 militares brasileiros integram operações de paz no Chipre, na Colômbia, no Líbano, na República Centro-Africana, República Democrática do Congo, no Saara Ocidental, na Somália, no Sudão do Sul e na região de Abiey, na fronteira entre Sudão e Sudão do Sul.
A programação contempla manobras voltadas à desativação de artefatos explosivos, proteção de civis e ameaças químicas, além de abordagens como as novas tendências dos conflitos armados, assistência humanitária a refugiados, medidas de prevenção à exploração e ao abuso sexual.
Iniciadas no último dia 10, as ações mobilizaram também 119 viaturas (22 da Marinha, 86 do Exército e 11 da Força Aérea), oito embarcações da Marinha e duas aeronaves da Força Aérea.
O próximo treinamento está previsto para ocorrer no Timor-Leste, na Ásia, em 2027.
Ver mais
Conteúdo reproduzido originalmente em: Agencia Brasil por Alex Rodrigues – Repórter da Agência Brasil.




