Belo Horizonte – O deputado federal Rogério Correia (PT-MG) afirmou nesta quarta-feira (12/8) que vai apresentar uma notícia crime à Polícia Federal (PF) para investigar um suposto favorecimento da Superintendência de Patrimônio da União (SUP) no Rio de Janeiro ao advogado Willer Tomaz, amigo de Flávio Bolsonaro (PL) na disputa sobre uma mansão no litoral do Rio de Janeiro.
O imóvel, que está em disputa com o atacante do Tottenham Richarlison, fica em área da Marinha, o que faz com que o proprietário tenha que solicitar o direito de uso do local.
🚨 PROVAS: COMO FLÁVIO BOLSONARO E WILLER TOMAZ PEGARAM A MANSÃO DE RICHARLISON?
Consegui, pela Lei de Acesso à Informação, documentos que ajudam a esclarecer como os dois teriam agido no caso da mansão de Richarlison e seu sócio.
Os documentos apontam para o uso da SPU do Rio,… pic.twitter.com/bkHPE0UcS3
— Rogério Correia (@RogerioCorreia_) August 12, 2026
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do Metrópoles
Correia aponta que o Coronel Paulo da Silva Medeiros, à época superintendente da SUP no Rio, foi responsável pela assinatura dos documentos.
“Ele que assina todos esses documentos e facilita a vida de Willer Tomaz e de Flávio Bolsonaro para adquirir essa mansão”, afirmou o parlamentar.
Decisão da Justiça
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu, em 2025, manter a decisão do ministro Ricardo Villas Bôas Cueva de manter a decisão favorável a empresa de Tomaz e que o recurso apresentado pelo grupo ligado a Richarlison exigiria uma nova análise das provas e dos contratos que já foram avaliados em instâncias anteriores.
Conteúdo reproduzido originalmente em: Metropoles por Thiago Bonna.




